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PRÁTICA DOCENTE E A SÍNDROME DE BURNOUT

 

O objetivo desse estudo foi investigar características sociodemográficas de docentes de ensino superior e as possíveis associações com a síndrome de burnout. Sua fundamentação teórica, apontou como o processo histórico e o método cartesiano influenciam até os dias atuais o modelo educacional. Identificou-se, a partir da revisão bibliográfica, como as ciências humanas se comportam diante do novo paradigma educacional e como podem contribuir para o desenvolvimento da prática docente. O conceito dos componentes da síndrome de burnout foi descrito. O modelo bioecológico do desenvolvimento humano de U. Bronfenbrenner foi utilizado como embasamento teórico, na tentativa de entender e identificar as características do ambiente bioecológico dos docentes e suas implicações para a prática docente. Cento e seis (106) professores do ensino superior público e privado partciparam do estudo, preenchendo o instrumento MBI - Maslach Burnout Inventory por Maslach e Jackson (1978). Os três componentes que estão presentes na síndrome de burnout apresentaram uma concentração significativa de participantes classificados no nível médio/moderado, ou seja, correm o risco em desenvolver sinais e sintomas em relação à síndrome e prejudicar a sua saúde psíquica e sua prática docente. A partir dos resultados foi possível identificar a necessidade de ampliar o debate com mais estudos neste segmento do ensino, com o objetivo de mapear e tratar de forma preventiva os anseios dos professores como política pública de valorização ao magistério.


Palavras-chave
Prática Docente; Síndrome de Burnout.

 

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https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/30543/30543.PDF